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MINIMALISMO: O que é?

Minimalismo é adepto daquilo que é simples, essencial, elementar. Considerado um estilo de vida para indivíduos elevados que buscam o auto-conhecimento e a autorrealização, utilizando o mínimo possível de recursos para viver um vida sustentável e de qualidade. Uma pessoa minimalista é considerada aquela que segue o conceito do minimalismo, ou seja, a valorização do mínimo, que pode ser aplicado em várias áreas, profissional, pessoal, artística, entre outras…

O minimalismo se desenvolveu como um idealismo e acabou por exercer grande influência em vários campos de atividade, tais como design, programação visual, desenho industrial, arquitetura, marketing, roupas, música, literatura, entre muitos outros… Os minimalistas produzem (e/ou utilizam) objetos simples, em sinônimo de sofisticação. Hoje, o minimalismo vai além disso, participando de movimentos sociais, filosofias de vida, aprendizados contínuo e demais atividades e conhecimentos, a fim de proporcionar a seu protagonista – e terceiros envolvidos – uma vida mais significativa, com menos coisas.




Você certamente já ouviu a frase menos é mais. Um minimalista é aquele que consegue se abster de quaisquer sejam os aspectos de “status” ou agregação de valor que um bem, produto ou marca possa, hipoteticamente, proporcionar. De fato muitas vezes os minimalistas se abstêm dos próprios produtos em si, caso estes venham a não agregar nenhuma utilidade direta em seu “estilo de vida”.

Aliás, Minimalismo é muito mais do que um estilo de vida. É um ideal para ajudar você a se livrar dos excessos que te tiram do foco da vida real e permitir que se dedique no que é de fato importante.

Esta ideia é substancial para uma convivência e um experiência de vida mais significativa. Tanto para o seu eu interno (o protagonista) quanto para aqueles que estão a seu redor (os terceiros). Desde felicidade, realização pessoal, profissional, financeira, amorosa, entre outros e, por último, mas não menos importante, a liberdade. Se desprenda!

Um exemplo prático e rápido: não gostaria de ter mais tempo para poder realizar o que realmente gosta?

Ao identificar estes excessos e o que é desnecessário, as decisões e ações ficam mais claras e objetivas, levando a tomadas de decisão mais conscientes. Isso te liberta de tal forma; traz um conforto psicológico tão grande, que não seria nem possível percebê-lo caso não o fizesse. Como dito anteriormente, o Minimalismo é apenas para pessoas elevadas, em qualquer sentido, que estejam sejam (não basta estar, tem que ser: é a viagem, não o destino) suscetíveis a mudanças e a novas oportunidades que a vida pode lhes trazer, bem como as próprias que podem ser criadas através deste meio.

Para o minimalismo não existe uma regra específica. Apenas conceitos que podem ser trabalhados e adaptados, configurando uma evolução, de acordo com experiências e objetivos singulares de cada um levando também em consideração os seus valores pessoais. Não existe um manual, uma lista, famosos 10 passos que farão você se livrar de tudo, ou etc… No aspecto da singularidade, cabe a cada um saber o que é importante para si mesmo.

O que é importante pra você? Bens? Posses? Família?  Bem estar? Paz? Amor? Tempo livre? Isso pode ser muito subjetivo, cabendo ao próprio indivíduo sua auto-análise. Mas, você tem essa resposta?




Não é errado querer um carro confortável, roupas caras ou uma bela casa se você acha que essas coisas são importantes para você e te fazem bem. Não há nada de errado em ser um consumidor, mas sim, um consumista. O problema está no real significado que essas coisas possuem (ver preço x valor) e também no custo benefício gerado para aquisição e manutenção destes bens que muitas vezes geram sacrifícios imperceptíveis, sem notar que estas afetam indiretamente seu humor, bem estar, algumas vezes os relacionamentos e até mesmo o bem mais importante: a saúde.

Lembre-se: Alguém é muito mais feliz do que você com muito menos do que você tem.

Como dito, para o Minimalismo não existe regra, apenas alguns conceitos que podem ser trabalhados e aprimorados, convergindo para o que é substancial para você. Ser minimalista não significa doar todas as suas coisas. Morar em uma caverna. Virar um nômade, andarilho. Há decisões menos extremistas e etapas a serem conquistadas. Esta é apenas uma abordagem preliminar. Caso queira ler sobre, e aprender mais – não única e exclusivamente através dos artigos aqui encontrados, mas sim consigo mesmo – siga o site, leia as matérias, acompanhe as redes sociais, e compartilhe com quem é importante pra você (pode utilizar os botões abaixo, e aproveite para curtir a Página no Facebook).

Saiba reconhecer que isso pode mudar a vida de alguém, inclusive a sua! E ninguém melhor do que você para saber disso e, também, ser responsável por essa(s) mudança(s).

 

© MINIMALISTO: Minimalismo, por um minimalista.

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